Ganhar Dinheiro Pesquisando para Outros
Fazer pesquisas “online” para outras pessoas é uma boa maneira de ganhar dinheiro. Vejamos como:
Quem precisa de pesquisa
- Criadores de “websites”, “webmasters”, agências digitais e outros profissionais responsáveis pela criação e desenvolvimento de “sites”. Todos os “sites” pr
ecisam de conteúdo, com factos e informação relevantes para o seu público-alvo. Contudo, quanto maior o número de “websites” a criar e a gerir, mais difícil se torna para um único profissional ou equipa obter conteúdo, pois ninguém consegue ser um perito em muitas áreas diferentes. - Escritores: não tanto os tradicionais romancistas, mas os “writers”, escritores no sentido anglo-saxónico da palavra, pessoas que escrevem artigos para jornais, “e-books”, blogues ou redes sociais. Quem precisa de escrever nem sempre tem tempo para encontrar e processar a informação de que necessita, sobretudo quando se trata de informação demasiado técnica ou específica.
- Estudantes: por excesso de trabalho ou por inexperiência no uso dos motores de busca, muitos estudantes “agradecem” uma ajuda na hora de pesquisar informação pertinente aos seus cursos académicos. A falta de tempo torna-se um problema, especialmente se o estudante for também professor – e estudar ao mesmo tempo para concluir um mestrado ou doutoramento – ou tiver o estatuto de trabalhador-estudante. Nestes casos, mais do que a falta de experiência com o motor de busca, está em causa a capacidade de filtrar e selecionar informação.
Como encontrar trabalho
- Portais de “freelance”: grandes plataformas internacionais como o Freelancer ou o Upwork congregam milhares de empresas e clientes em busca de profissionais das mais diversas áreas, incluindo a pesquisa “online”. Para quem vai fazer a pesquisa, basta registar-se como “freelancer”, criar um bom perfil, no estilo de “curriculum vitae”, procurar as ofertas de trabalho, candidatar-se e ser persistente.
- Montar um negócio em nome próprio: os resultados poderão não ser tão imediatos como nos portais de “freelance”, mas ter o seu próprio “site” (em conjunto com a presença nas redes sociais) ajuda a fortalecer uma marca junto de potenciais clientes. Além de que nada impede que a sua marca venha também a estar presente nos portais de “freelance”.
