Fazer Pesquisa de Mercado para Negócios Online
Fazer pesquisa de mercado é essencial para qualquer tipo de negócio, seja “online” ou “offline”. Conhecer os clientes, saber o que pretendem ou do que necessita
m, adequar as competências da empresa à evolução do mercado só é possível através de um diálogo contínuo com esse mesmo mercado. A “internet” já não é uma forma desconhecida de estar “no terreno” procurando clientes, fechando vendas e conhecendo a opinião, quer dos clientes, quer de quem não quis ou não pôde comprar os seus produtos. Conheça alguma técnicas para fazer pesquisa de mercado para negócios “online”:
Pesquisa de Palavras-chave
Mantenha-se atualizado quanto às palavras-chave que direcionam clientes e potenciais clientes para o seu “site” e para os “sites” dos seus concorrentes. Lance campanhas no Google Adwords para saber como determinadas palavras-chave se “comportam”; encontrará pistas úteis para, posteriormente, lançar campanhas de “pay-per-click” (PPC) direcionadas para o seu público-alvo.
“Links” da concorrência
Pesquisar pelos nomes dos seus concorrentes e pelos seus produtos é uma forma básica de obter informação “online” sobre a concorrência. Pode também pesquisar por ‘link:www.site do concorrente.pt’, para verificar quantos e quais outros “sites” ou blogues estão a “linkar” para o seu concorrente, e por que motivo.
“Feedback” do cliente
Saiba até que ponto o seu cliente ficou satisfeito com a experiência de comprar ou utilizar o seu produto ou serviço. Se tem uma loja “online”, apresente-lhe um pequeno formulário no final da compra, com um campo para o cliente poder deixar observações, se assim o entender.
Inquéritos de opinião
Use ferramentas como o Google Docs ou o Survio para criar inquéritos “online” de forma a conhecer as opiniões de potenciais clientes.
Redes Sociais
O Facebook também permite fazer inquéritos de opinião ou obter o “feedback” do cliente. Mas as redes sociais permitem igualmente conhecer a opinião geral das pessoas sobre uma marca, um serviço ou produto. Lembre-se de que, nas páginas do Facebook, nas “hashtags” do Twitter ou nas caixas de comentários, é essencial distinguir os “trolls” das opiniões razoáveis e fundamentadas de potenciais clientes.
